Paris Jackson, filha do ícone pop Michael Jackson, entrou na Justiça para contestar a falta de transparência nos pagamentos feitos pelos administradores do espólio do pai. Junto dos irmãos, Paris tem acesso restrito à fortuna deixada pelo cantor, limitada a despesas essenciais, com liberação total dos valores apenas quando completarem 40 anos.
O processo, protocolado em 2024, coloca em xeque honorários advocatícios solicitados pelos executores do espólio, John Branca e John McClain, referentes a serviços prestados em 2018. Documentos apresentados à corte apontam que Paris cobra esclarecimentos sobre atrasos nas respostas dos administradores a questionamentos do tribunal acerca desses pagamentos.
No centro da disputa estão os chamados “pagamentos premium” destinados a escritórios de advocacia, que somariam cerca de US$ 625 mil em apenas seis meses. A defesa de Paris Jackson alega que não há registros detalhados das horas de trabalho que justificariam tais valores, nem explicações plausíveis para a aprovação desses montantes. Além disso, a demora na análise e validação dos honorários é apontada como fator que prejudica o acompanhamento transparente das finanças do espólio.
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