Valmir de Francisquinho promete acabar com desconto de aposentados e critica Governo Estadual

Radio Jornal FM

O ex-prefeito de Itabaiana e atual pré-candidato ao Governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho(Republicanos), voltou a criticar o desconto previdenciário aplicado aos servidores aposentados e pensionistas do estado. Durante entrevista nesta quinta-feira(07) à Rádio Jornal, o Político afirmou que, caso eleito, pretende acabar com a cobrança e negociar a devolução dos valores descontados.

Segundo Valmir, a medida é “injusta” com os servidores que já contribuíram durante toda a vida profissional e que, na aposentadoria, passam a enfrentar maiores despesas com saúde e medicamentos.

“Você se aposenta no momento em que mais precisa de médico e remédio, depois de toda uma vida de contribuição, e ainda continua pagando desconto. Isso é injusto”, declarou.

O pré-candidato afirmou ainda que pretende suspender imediatamente a cobrança de até 14% sobre os aposentados e pensionistas e estudar, junto à Secretaria da Fazenda, uma forma de devolver os valores já descontados.

“Já houve o compromisso. Vamos parar de descontar e negociar a devolução em parcelas, de acordo com a capacidade financeira do Estado”, afirmou.

Durante a entrevista, Valmir de Francisquinho também comentou a situação das forças de segurança pública de Sergipe. Ele reconheceu os avanços da área, mas ressaltou que os resultados são fruto de investimentos realizados por gestões anteriores.

O pré-candidato citou policiais militares, policiais civis, escrivães, papiloscopistas e integrantes do Corpo de Bombeiros, afirmando que a categoria ainda aguarda benefícios prometidos pelo atual governo, como o pagamento da periculosidade.

“Foi prometido em campanha e até agora não foi pago”, disse.

Na área da educação, Valmir relembrou sua gestão na Prefeitura de Itabaiana e destacou ações voltadas à valorização dos professores. Segundo ele, quando assumiu o município, havia salários atrasados e o piso nacional da categoria não era pago.

Ele afirmou que quitou os débitos herdados, implantou o pagamento do piso salarial, criou gratificações para professores em regência de classe e estabeleceu calendário fixo de pagamento dos servidores.

“Até o dia 22 de cada mês o salário estava na conta. O servidor precisa de planejamento e qualidade de vida”, declarou.

Por Carla Santos.

Compartilhe esta notícia