Justiça por Zico: suspeito de matar cachorro com golpe de facão segue com tornozeleira eletrônica; veja também o depoimento da deputada e ativista Kitty Lima sobre o caso

Radio Jornal FM
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Um vídeo que circula nas redes sociais do presidente fundador do Instituto Orelha, João Pedro,  reacendeu o debate sobre o caso envolvendo o empresário Ewerton Valadão, apontado como responsável pela morte do cachorro Chico, atingido por um golpe de facão no bairro Atalaia Nova, em Aracaju.

Nas imagens, um jovem mostra-se indignado com o crime. Mesmo diante da situação, uma decisão judicial autorizou o monitoramento do suspeito  por tornozeleira eletrônica. O caso ganhou ampla repercussão e gerou forte comoção popular diante da gravidade e brutalidade do crime.

Confira na íntegra a declaração da deputada Kitty Lima sobre o caso:

“Gente, estou aqui para trazer atualizações sobre o caso Zico. Para vocês que acompanharam, sabem que ele foi cruelmente assassinado pelo conhecido Valadão, na Barra dos Coqueiros. O acusado alegou que o animal teria partido para cima dele, mas os vídeos deixam claro que isso não aconteceu. Foi um ato de pura crueldade.

Ele chegou a ser preso, e a gente parabeniza o trabalho da Delegacia de Proteção Animal. Na audiência de custódia, também reconhecemos a postura da juíza, que entendeu que ele deveria permanecer preso. Infelizmente, posteriormente, os advogados conseguiram reverter a decisão, e um desembargador concedeu a soltura com uso de tornozeleira eletrônica.

Temos uma equipe de advogados voluntários acompanhando o caso de perto, e vamos continuar atualizando vocês. Isso não será esquecido. A vida não volta mais, mas precisamos de justiça para que esse crime não fique impune. Crueldade contra animais é crime e precisa de punição adequada.

Se vocês tiverem qualquer informação que possa contribuir com as investigações, inclusive relatos que tenham chegado até vocês, podem me encaminhar. Todo dado relevante será repassado às autoridades competentes para colaborar com o trabalho da própria polícia. A sociedade precisa se posicionar, porque a violência, seja contra animais ou pessoas, não pode ser naturalizada.”

Imagem: Reprodução

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