Nos últimos dias, os bastidores políticos têm registrado uma sequência de movimentações importantes tanto no cenário nacional quanto em Sergipe, com decisões que redesenham estratégias para os próximos pleitos.
No âmbito nacional, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), optou por permanecer no cargo até o fim do mandato, em dezembro, descartando a participação na disputa presidencial deste ano. A decisão, tomada após diálogo com familiares, foi comunicada ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Ao deixar o governo, Ratinho Júnior deve assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, empresa fundada por seu pai.
Já no Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro (PL) formalizou sua renúncia ao cargo na noite da última segunda-feira (23). A saída ocorreu às vésperas da retomada de um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral que poderia resultar na cassação de seu mandato e eventual inelegibilidade. A mudança no comando estadual também provocou reflexos na equipe de governo. O sergipano André Moura deixou o cargo de secretário de Estado de Governo do Rio de Janeiro. Ele retorna a Sergipe com o objetivo de disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026.
No cenário sergipano, outra movimentação chama atenção. De acordo com as informações, a superintendente do Sebrae em Sergipe, Priscila Felizola, protocolou um pedido para a realização de uma reunião extraordinária do conselho da entidade. Entre os pontos da pauta está sua solicitação de afastamento do cargo, etapa necessária para viabilizar eventual candidatura.
Priscila é apontada como possível vice em uma chapa encabeçada por Valmir de Francisquinho nas eleições de 2026, o que reforça o movimento de articulação antecipada no estado.
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