A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) pediu na última segunda-feira, 15, a prisão preventiva da médica Juliana Brasil Santos e da técnica de enfermagem Raíza Bentes, ambas envolvidas no faleciment0 do menino Benicio Xavier de Freitas, 6 anos, após receber uma dose elevada de adrenalina na veia.
Apesar do pedido, o Tribunal de Justiça do Amazonas negou a solicitação nesta terça-feira, 16, alegando que as profissionais de saúde estão cumprindo medidas cautelares. “A prisão preventiva só deve ser decretada quando os pressupostos legais estiverem comprovados e a necessidade for inquestionável”, destacou o juiz Fábio Olintho de Souza, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus.
Nas medidas impostas pela Justiça, Juliana e Raíza estão suspensas de exercer suas profissões por cerca de um ano, assim como de aproximar-se da família da vítima, e não podem deixar a região metropolitana de Manaus.
O Hospital Santa Júlia, local onde tudo ocorreu, informou que um processo administrativo foi aberto para apurar a causa da mort3 de Benício, além de afastar a Médica e a Técnica das suas funções.
Imagem: reprodução/ TV Globo.
Por Carla Santos.
