O presidente do PL em Sergipe alinhou-se com as declarações do vereador Lúcio Flávio e criticou o ambiente académico atual. Durante a sua participação no evento “Bloquinho do 22”, em Aracaju, o presidente do PL em Sergipe e deputado estadual, Luizão Dona Trampi, expressou a sua opinião sobre a presença de ativismo político no meio académico. Em entrevista concedida à equipa de reportagem da Revista Realce, o parlamentar apoiou as declarações do vereador de Aracaju, Lúcio Flávio (PL), sobre a possibilidade de encerramento da Universidade Federal de Sergipe (UFS) caso se confirme a formação de ativistas políticos na instituição.
“Se de facto estiver a formar ativistas, não faz sentido estar aberta. Nós temos de formar médicos, professores, psicólogos. São essas as formações que têm de ser lecionadas ali. Se a faculdade só serve para formar ativistas, não faz sentido continuar aberta. O que vemos, na verdade, nessas faculdades é essa patifaria que acompanhamos… É consumo de bebidas alcoólicas, consumo de drogas, libertinagem”, afirmou Luizão.
O deputado salientou ainda a mudança de perceção das famílias em relação ao ensino superior. Segundo Luizão, ao contrário do passado, em que os pais sentiam orgulho ao dizer que os filhos eram universitários, atualmente sentem receio devido ao formato das universidades, “que não oferece qualquer segurança aos jovens, infelizmente”.
Presidente do PLLuizão Dona Trampi, expressou a sua opinião sobre a presença de ativismo político no meio académico
