A Justiça do Pará condenou, em primeira instância, o cantor Bruno Mafra por crimes de abuso sexual contra as próprias filhas. A sentença foi proferida na última sexta-feira (27) e ainda pode ser contestada por meio de recurso.
Conforme os autos do processo, as denúncias vieram à tona em 2019, quando as vítimas, já adultas, relataram episódios de violência ocorridos durante a infância. Os fatos teriam acontecido entre 2007 e 2011, em Belém, período em que as meninas tinham menos de 14 anos.
As investigações indicam que os abusos teriam ocorrido em diferentes locais, incluindo dentro de um veículo e na residência da família. Para a Justiça, os depoimentos reunidos ao longo da apuração sustentam a materialidade e autoria dos crimes.
A pena fixada foi de 30 anos, 4 meses e 24 dias de prisão em regime fechado. Como a decisão ainda não é definitiva, o caso seguirá para as próximas etapas judiciais até o trânsito em julgado. Em manifestação pública, o cantor negou as acusações e afirmou ser inocente.
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