Na última segunda-feira (02), encerrou o inquérito que apura declarações homotransfóbicas feitas pelo pastor Flávio Amaral, tanto nas redes sociais quanto durante palestras. As investigações apontam que o religioso proferiu discursos ofensivos contra pessoas LGBTQIA+ e mencionou nominalmente a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).
Em uma das falas atribuídas a Amaral, ele afirmou que Hilton não deveria ser considerada no Dia Internacional da Mulher, alegando que “mulher não vira mulher, mulher nasce mulher”. Além disso, o pastor compartilhou conteúdos sugerindo que pessoas LGBTQIA+ poderiam ser “curadas” pela fé, além de chamá-las de “filhos da ira e da perdição”.
Ouvido pela polícia, Flávio Amaral declarou que suas manifestações ocorreram por “questões pessoais”. Até o momento, ele não divulgou nota pública sobre as acusações.
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