No último sábado, 14, o Brasil perdeu um grande nome da música brasileira. Fundador dos grupos Cacique de Ramos e Fundo de Quintal, Bira Presidente morreu aos 88 anos no Rio de Janeiro, enquanto tratava um câncer de próstata. Além do câncer, Bira Presidente também sofria do Mal de Alzheimer.
Além de fundar os grupos, Bira revolucionou as rodas de samba do subúrbio carioca com um movimento musical que mudou para sempre a maneira de consumir o samba tradicional. Na tarde do domingo, 15, moradores de Ramos, admiradores do Cacique de Ramos e componentes do bloco estiveram na quadra do bloco em Olaria, na Zona Norte do Rio, para homenagear o artista. Vários artistas importantes da música brasileira, instituições e políticos também prestaram homenagens em suas redes sociais.
Seu corpo será velado nesta segunda-feira, 16, a partir das 16h, no Cemitério Jardim da Saudade de Sulacap. Filho de Domingos Félix do Nascimento e Conceição de Souza Nascimento, Bira cresceu no bairro de Ramos, na Zona Norte do Rio. Desde cedo, foi envolvido pelo universo do samba e do choro, frequentando rodas com figuras lendárias como Pixinguinha, João da Baiana e Donga.
