A Suprema Corte da Argentina resolveu manter a prisão da ex-presidente do país, Cristina Kirchner, após decisão de cinco pontos favoráveis. Considerada a maior rival de Javier Milei, atual presidente, a defesa da Política pediu na noite da última terça-feira, 10, que ela cumpra a determinação em reclusão domiciliar.
Alberto Beraldi, advogado de defesa de Cristina, alegou que sua cliente já possui mais de 70 anos, encaixando-se no direito ao regime domiciliar, além de pedir para Kirchner não precisar usar tornozeleira eletrônica, afirmando que ela não pretende sair do país.
“Não trata-se de um privilégio, mas de uma imposição do Estado para proteger quem exerceu a função de presidente da nação”, declarou Beraldi à emissora argentina C5N.
Cristina Kirchner foi presidente da Argentina por dois mandatos, de 2007 a 2015, além de ter sido vice-presidente de Alberto Fernández, de 2019 a 2023. Ela foi condenada à seis anos de prisão por desvios de dinheiro de obras públicas.
